segunda-feira, 22 de março de 2021

Fiscalização e PM têm muito trabalho por falta de colaboração no enfrentamento a Covid-19


Os fiscais do Município e a Polícia Militar tiveram muito trabalho no fim de semana prolongado em razão do feriado de São José, para fazer cumprir as medidas de enfrentamento a Covid-19 em Campo Mourão. Mesmo com o sistema de saúde em colapso por falta de vagas e número de mortes batendo recordes, foram diversos atendimentos para dispersar aglomerações, festas e confraternizações por toda a cidade. 

Mais de 30 multas foram aplicadas. Somente pelo telefone 156 foram recebidas 355 denúncias, além de atendimento por aplicativos de mensagens e página do Município no Facebook. “Recebemos centenas de denúncias no fim de semana de todos os tipos e muitas das que conseguimos atender foram confirmadas. Infelizmente, é grande o número de pessoas que não colabora, mesmo num momento tão crítico como esse”, ponderou o coordenador das equipes de Fiscalização, Fernando Dias.

Na noite de quinta-feira (18), após uma série de denúncias, as equipes dispersaram uma festa promovida por estudantes de Medicina e Enfermagem em uma república na área central. O grupo era formado por mais de 10 pessoas, todas sem máscara. No sábado (20), um posto de combustíveis foi embargado por insistir em vender bebidas alcoólicas na loja de conveniência, mesmo com a proibição do decreto municipal.

No domingo (21), a PM teve que encaminhar para a delegacia o organizador de uma confraternização na Rua Curitiba, que se recusou a encerrar o evento e ainda desacatou os fiscais e os policiais. Seis pessoas foram multadas e as demais fugiram. Foram abordadas e multadas pessoas consumindo bebida alcoólica em via pública, assim como estabelecimentos atendendo além do horário permitido. 

Pelo decreto municipal estava proibido, de sexta a domingo, a comercialização de bebidas alcoólicas, inclusive nos supermercados. “Mas infelizmente muitos comércios, principalmente nos bairros, deram um jeito de continuar vendendo. Recebemos muitas denúncias sobre isso”, disse o coordenador. (Da Redação)

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