sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

Startup Mourãoense é uma das 30 selecionadas do Programa Centelha


O projeto intitulado IOHCARE – Conectando Vidas, coordenado pelo acadêmico Eberton João Matia, do Curso Superior de Engenharia Eletrônica da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) de Campo Mourão, foi um dos 30 paranaenses selecionados do Programa Centelha, programa de estímulo à criação de empreendimentos inovadores, promovido pelo Governo Federal, por meio do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), FINEP e executado no Paraná pela Fundação Araucária, que proverá o investimento a fundo perdido. Foram 733 projetos submetidos.

Trata-se de uma plataforma de telemonitoramento de pacientes em ambiente domiciliar, com o objetivo de fornecer mais segurança e qualidade de vida às pessoas por meio do acompanhamento dos sinais vitais em tempo real, por meio de monitores multiparamétricos próprios, não invasivos e vestíveis, conectados à rede; fornecendo ainda suporte e teleconsultas com prontuário eletrônico integrado. O projeto receberá R$ 56.330,00 (cinquenta e seis mil, trezentos e trinta reais), de forma não reembolsável.

Dos 30 projetos selecionados em todo o Estado do Paraná, 11 foram em Curitiba e outros cinco em Maringá. Campo Mourão ainda tem mais uma outra startup que pode ser classificada, aguardando em segundo lugar na lista de suplentes. Trata-se da Startup Sangue Bom, cujo projeto foi um dos vencedores da primeira edição do Empreende Week em 2017. Este, coordenado pelo aluno da UTFPR John Tonete, trata-se de uma rede humanitária que tem como foco o engajamento, incentivo e fidelização de doadores de sangue, medula óssea e práticas sociais. O aplicativo cria uma rede colaborativa integrando hemonúcleo, doadores e comércio.

RESULTADOS
Na edição de 2019, neste mesmo programa (Centelha), Campo Mourão se destacou, ficando entre as cinco cidades do Estado do Paraná em número de projetos aprovados. Foram sete startups que receberam até R$ 40 mil a fundo perdido, para desenvolverem seus projetos.

“Estes resultados mostram como vale a pena o investimento em pesquisa e inovação, pois além de estimular negócios com grande poder de escala e sem poluição, também tem grande capacidade de atração de investimentos. Somente no ano de 2020 estimamos em mais de R$ 4 milhões de recursos captados por essas empresas de tecnologia, que serão gastos em sua maior parte na nossa cidade”, observa Eduardo Akira Azuma, Secretário do Desenvolvimento Econômico do Município de Campo Mourão. (Da Redação)


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