quinta-feira, 9 de julho de 2020

Prefeitura determina fechamento de supermercados aos domingos e estende delivery até às 23:30 horas

Da Redação


Decreto que entrará em vigor nesta sexta-feira (10), com validade até dia 26 de julho, institui novas medidas para enfrentamento da Covid-19 em Campo Mourão. As restrições adicionais são adotadas em razão do crescimento no número de casos e ocupação de leitos de UTI no hospital  Santa Casa. “Essas medidas podem ser revistas conforme o cenário epidemiológico”, disse o prefeito Tauillo Tezelli. As informações sobre o novo decreto foram repassadas em live ao vivo na página do Município nesta quinta-feira (9).

A partir desta sexta-feira, o atendimento presencial em restaurantes, bares, lanchonetes, petiscarias e sorveterias, praças de alimentação de supermercados, disque bebidas, lojas de conveniência, ambulantes e demais estabelecimentos congêneres está autorizado das 8 às 17 horas. Aos domingos só será permitido entregas em domicílio. Esse sistema fica permitido até às 23:30 horas todos os dias, não estando sujeito ao toque de recolher do decreto anterior, que continua em vigor das 22 horas até às 6 horas do dia seguinte.

Os supermercados, mercados, mercearias, feiras, padarias, peixarias, açougues, quitandas e similares ficam proibidos de atender aos domingos. De segunda a sábado, o funcionamento está autorizado das 8 às 21 horas, desde que respeitadas todas as medidas de segurança sanitárias. O horário do comércio varejista permanece das 10 às 16 horas.

O decreto reforça a proibição de aglomeração e permanência de pessoas em áreas de lazer públicas, tais como quadras esportivas, complexos de esporte e lazer, academias da terceira idade, pistas de skate, praças, entre outros. O descumprimento da norma acarretará multa de R$ 500,00 por pessoa.

O comércio local, excepcionalmente, neste sábado (11), fica autorizado a funcionar das 9 às 14 horas. Para a fiscalização serão utilizados também recursos tecnológicos, tais como câmeras de monitoramento, fotografias, mídias sociais, veículos de comunicação, entre outros, que possibilitem a coleta de informações pertinentes.

“Discutimos essas medidas não apenas com os comitês como também com a Associação Comercial. Isso não é uma guerra da saúde contra a economia, mas como gestores, temos que adotar medidas com base no que estamos verificando no dia a dia para tentar conter essa contaminação que pode fazer com que entremos em colapso na saúde pública”, justificou o coordenador geral, Carlos Alberto Facco.

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